sexta-feira, 10 de junho de 2016

História do Paraná



INTRODUÇÃO

Neste trabalho iremos mostrar como se deu a colonização na capitania de São Vicente, uma das mais conhecidas capitanias hereditárias existentes no Brasil no século XVI.

O Brasil só começou a ser realmente explorado a partir de 1530, principalmente com as lavouras de cana que se tornaram um dos grandes negócios do mercantilismo, mas, não foi apenas engenhos de canas que existiram no Brasil em seus primeiros anos de colônia; a grande produção de cana ficou mais voltada para a região Nordeste do país enquanto havia outras regiões que também sobreviviam. É o caso da capitania de São Vicente, que por questões a serem discutidas neste trabalho sobreviveram também da exploração da cana de açúcar mas também devido a outras atividades econômicas.

O que discutiremos neste trabalho será isso: Como se deu a colonização da capitania de São Vicente? E mais, Por que se deu esta colonização? Iremos aqui discutir os fatores da colonização da capitania de São Vicente, onde foram fundados vários núcleos populacionais do país muito famosos até hoje em dia, como por exemplo a cidade portuária de Santos, e o centro econômico do país, a cidade de São Paulo, isso tudo em meados do século XVI.

AS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

As capitanias hereditárias foram doações de terras por parte da corte portuguesa a donatários com recursos para usos destas terras. As capitanias não surgiram no Brasil, e sim já eram utilizadas na ilha da Madeira. No Brasil as capitanias começaram a ser doadas a partir de março de 1532, a partir de cartas de doação do rei D. João III de Portugal aos seus donatários; no total, as terras brasileiras, ainda traçadas a partir do tratado de tordesilhas, foram divididas em 15 capitanias, pertencentes estas a 12 donatários diferentes. As capitanias mais famosas que existiram no território brasileiro foram as capitanias de Pernambuco, de Duarte Coelho; e a capitania de São Vicente, de Martim Affonso de Sousa.

Em um primeiro momento da história brasileira, as capitanias hereditárias foram inventadas para que a coroa portuguesa pudesse melhor estabelecer os seus domínios sobre a nova terra descoberta, que por 30 anos, ficou a mercê de todos sem que a coroa se importasse com ela. Mas surge a preocupação da coroa portuguesa com as suas terras descobertas, já que corsários de outras nações europeias começam a explorar as novas terras, como os franceses que exploravam o pau-brasil no nosso país. Ou seja, as terras brasileiras foram divididas em capitanias e estas doadas a nobres portugueses para que estes, com seus recursos, em um primeiro momento pudessem defender as terras portuguesas ultra-mar.

terça-feira, 10 de maio de 2016

História de Alagoas



A atual bandeira do estado de Alagoas foi instituída por meio da Lei Estadual de número 2.628, em 23 de setembro de 1963. O retângulo é dividido em três faixas verticais de mesmo tamanho, sendo a da esquerda na cor vermelha, a do centro branca e a da direita azul.

No centro da bandeira, sobre a faixa branca, há um brasão que traz na parte superior três peixes brancos sobre um fundo azul. A parte inferior do escudo é divida verticalmente em duas metades. A esquerda contém, sobre um fundo branco, a silhueta de dois morros vermelhos de onde se ergue uma torre de pedra também vermelha. Abaixo do morro, linhas espessas e sinuosas azuis. A metade direita contém linhas sinuosas de mesma espessura, brancas e azuis, alternadamente. Dois ramalhetes verdes envolvem o brasão: o da esquerda representa a cana-de-açúcar e o da direita simboliza um ramo de algodoeiro. Acima do brasão está centralizada uma estrela de prata de cinco pontas.

SIMBOLISMO


domingo, 10 de abril de 2016

História de Brasília









A história de Brasília, a capital da República Federativa do Brasil, localizada no Distrito Federal, no coração do país, iniciou com as primeiras idéias de uma capital brasileira no centro do país. A necessidade de interiorizar a capital do país parece ter sido sugerida pela primeira vez em meados do século XVIII, ou pelo Marquês de Pombal, ou pelo cartógrafo italiano a seu serviço Francesco Tosi Colombina. A ideia foi retomada pelos Inconfidentes, e foi reforçada logo após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, quando esta cidade era a capital do Brasil. 

A primeira menção ao nome de Brasília para a futura cidade apareceu em um folheto anônimo publicado em 1822, e desde então sucessivos projetos apareceram propondo a interiorização. A primeira Constituição da República, de 1891, fixou legalmente a região onde deveria ser instalada a futura capital, mas foi somente em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, que teve início a efetiva construção da cidade, inaugurada ainda incompleta em 21 de abril de 1960 após um apertado cronograma de trabalho, seguindo um plano urbanístico de Lúcio Costa e uma orientação arquitetural de Oscar Niemeyer.

quinta-feira, 10 de março de 2016

História de Minas Gerais



1573 - Sebastião Fernandes Tourinho, em expedição pelo interior da Colônia, encontra pedras preciosas e o Rio Jequitinhonha.

1660 - Expedição de Martinho Carvalho parte do litoral em direção ao interior em busca de esmeraldas.

1672/ 2 Out. - Fernão Dias Paes recebe a carta patente que o nomeava chefe e governador de sua leva e terra das esmeraldas.

1674 - A bandeira de Fernão Dias começa sua expedição. Adentrando pelo sertão, atinge o território que seria a futura Capitania das Minas.

1683 - Garcia Rodrigues, filho de Fernão Dias, recebe ordens de Portugal para retornar ao local onde tinham sido encontradas as jazidas de topázio. Retornaram em 1687 sem terem encontrado o caminho para as jazidas.

1692 - Antônio Rodrigues Arzão, com cinqüenta homens, parte em direção à região do Pico do Itaverava.

1696/ 16 jul. - O Coronel Salvador Fernandes Furtado de Mendonça descobre ouro no Ribeirão do Carmo, local da futura cidade de Mariana.

1698/24 jun. - A bandeira de Antonio Dias avista o Pico do Itacolomi. Lá, aos seus pés, no Córrego Tripui, estava o “ouro preto”.

1700/1701- Os anos da fome. “O flagelo da fome produziu na Serra de Ouro Preto a debandada dos moradores, igualmente cegos pelo ouro, esquecidos dos comestíveis. Alguns retiraram-se para São Paulo...”( Diogo Vasconcelos).

1701/Fev. - Em carta, Sua Majestade ordena ao governador, Artur de Sá, que não permita a entrada de mais gente para as Minas. Os infratores desta, se achados em caminho, deveriam ser prendidos e punidos com as penas severíssimas de cárcere e deportação.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

História do Acre



Símbolo oficial do estado do Acre, a bandeira atual foi instituída em 1995, adotando o mesmo desenho da Bandeira do Estado Independente, decretada em 1889. Seu desenho, idealizado por José Plácido de Castro, consiste em um retângulo dividido por uma linha diagonal que vai do canto inferior esquerdo para o superior direito. A parte superior esquerda é amarela com uma estrela vermelha na extremidade, já a parte inferior direita é verde. O símbolo foi adotado oficialmente pelo governador Epaminondas Jácome.

SIMBOLISMO

As cores da bandeira do Acre são as mesmas que compõem a Bandeira do Brasil, com o acréscimo da cor vermelha. A escolha da combinação verde e amarelo é uma forma de representar a integração do estado ao Brasil. Cada cor tem o seu significado específico:
  • A cor amarela representa a paz;
  • A cor verde, a esperança.
  • A estrela vermelha no canto superior esquerdo (”estrela solitária”) simboliza o fanal (luz intelectual) que orientou a incorporação do Acre ao território nacional. Representa também o sangue dos bravos que lutaram pela anexação da área ao Brasil.
Atualmente, a bandeira acreana é hasteada em um monumento de aproximadamente 50 m de altura, na Gameleira, centro histórico de Rio Branco, podendo ser avistada de alguns pontos da cidade.

ACRE: Área: 9.962 Km2. Altitude: 160m. Clima Tropical:(quente úmido). Coordenadas Geográficas: Latitude: 9º 58' 29" (S). Longitude: 67º 48' 36" (W. G.R.). Fuso Horário: duas horas a menos do que a hora oficial de Brasília. Corrente elétrica: 110 v.